

Empreender no Brasil é um desafio e o Simples Nacional surgiu para simplificar a vida das micro e pequenas empresas. Não por acaso, nada menos que 99% dos negócios do país optam pelo regime. Mas atenção: é importante ficar de olho na gestão de seus impostos para evitar a exclusão e perda de benefícios do Simples!
Segundo dados da Receita Federal, por exemplo, mais de 1,8 milhões de empresas foram notificadas por débitos em aberto no Simples.
Para te apoiar, vamos explorar as principais razões que podem levar uma empresa a ser excluída do Simples Nacional e quais são as ações recomendadas para regularizar a situação.
Razões para Exclusão do Simples Nacional
As empresas optantes pelo Simples Nacional devem cumprir uma série de obrigações fiscais e tributárias para se manterem no regime. A Receita Federal pode excluir a empresa do Simples por diversos motivos, entre eles:
Existência de Dívidas Tributárias: o acúmulo de débitos, especialmente com a Receita Federal, INSS ou demais autarquias fiscais, é uma das razões mais comuns para exclusão. A Receita exige que as empresas mantenham em dia seus tributos para continuarem no Simples.
Excesso de Faturamento: O Simples Nacional impõe um limite de faturamento anual para a permanência no regime. Microempresas (ME) podem faturar até R$ 360 mil, e empresas de pequeno porte (EPP) até R$ 4,8 milhões por ano.
Se a empresa ultrapassar esse teto, ela deve migrar obrigatoriamente para outro modelo, como o Lucro Presumido ou Lucro Real.
Atividades Proibidas: O Simples Nacional é restrito a determinadas atividades econômicas. Empresas que atuam em áreas não permitidas, como atividades financeiras e de seguros, não podem optar pelo Simples. Logo, mudanças no escopo de atuação da empresa podem acarretar a perda do enquadramento.
Esses são os motivos mais comuns e aqui vai uma dica de ouro: manter as obrigações fiscais em dia e estar atento ao faturamento são passos fundamentais para garantir a continuidade no Simples!
Como Consultar se Minha Empresa Foi Excluída do Simples
A Receita Federal notifica as empresas sobre a exclusão do Simples Nacional, geralmente por meio do Domicílio Tributário Eletrônico (DTE-SN) e do Portal e-CAC, onde são disponibilizadas as comunicações oficiais.
- Para verificar a situação da sua empresa, você pode:
- Acessar o Portal do Simples Nacional via Certificado Digital ou código de acesso;
- Consultar seu DTE-SN e verificar se há alguma notificação de exclusão;
- Também é possível acessar o Domicílio Tributário Eletrônico a partir da Plataforma Gov.Br
- Finalmente, outra opção é acessar o e-CAC, o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte, onde as notificações também são disponibilizadas.
Consultas periódicas são recomendadas para evitar surpresas, afinal de contas, caso identifique uma notificação de exclusão, é possível iniciar imediatamente o processo de regularização.
O Que Fazer em Caso de Exclusão
Se a exclusão do Simples Nacional for confirmada, existem algumas medidas que a empresa pode tomar para tentar reverter a situação ou adaptar-se ao novo regime tributário.
Regularize as pendências: no caso de empresas já notificadas, o prazo de pagamento é de 30 dias após ciência do Termo de Exclusão (ou 45 dias, caso o empreendedor não tenha verificado a existência de débitos). É válido frisar que as pendências podem ser pagas à vista ou parceladas;
Contestação: também é possível contestar o Termo de Exclusão com Delegado de Julgamento da Receita Federal do Brasil e aguardar o parecer do Fisco. Nesse caso, é preciso gerar protocolo no site da receita com o devido pedido.
Fique de olho no Suporte Contábil!
Como vimos, para evitar a exclusão do Simples Nacional, é importante manter o acompanhamento das obrigações fiscais e financeiras da sua empresa em dia. Startups especializadas em contabilidade digital, como a bwise, podem ser grandes aliadas nessa jornada.
Conte conosco, evite a exclusão do Simples Nacional e cresça com segurança!


O split payment é um dos mecanismos mais comentados da Reforma Tributária e também um dos que mais devem alterar a rotina financeira das empresas nos próximos anos.
Na prática, ele muda a forma como os tributos serão recolhidos nas operações comerciais. Em vez de a empresa receber o valor total da venda e depois pagar os impostos ao governo, o custo dos tributos já será separado automaticamente no momento da transação.
O objetivo do governo é aumentar o controle fiscal, reduzir a inadimplência e diminuir fraudes tributárias.
Mas, ao mesmo tempo, o modelo traz impactos importantes para o fluxo de caixa e para a gestão financeira das empresas.
O que é o split payment
O termo significa, literalmente, “pagamento dividido”.
Com esse sistema, quando uma venda for realizada, o valor referente aos tributos será automaticamente segregado e enviado ao governo, enquanto o restante seguirá para a conta da empresa.
Isso deve acontecer de forma integrada aos meios de pagamento eletrônicos, como Pix, cartões, boletos e plataformas digitais.
Na lógica atual, muitas empresas recebem integralmente o valor da operação e recolhem os tributos posteriormente. O split payment reduz justamente esse intervalo.
Como isso afeta o fluxo de caixa
O principal impacto está no capital de giro.
Hoje, muitas empresas conseguem organizar o caixa considerando o tempo entre o recebimento da venda e o pagamento dos tributos. Com o split payment, parte desse recurso deixa de passar pela conta da empresa.
Em operações parceladas ou com recebimento a prazo, o efeito pode ser ainda mais sensível, especialmente para negócios que operam com margens menores.
Na prática, haverá menos flexibilidade financeira para absorver despesas operacionais, reorganizar pagamentos ou utilizar o caixa no curto prazo.
Quais os desafios para as empresas
Além do impacto financeiro, o split payment também exige adaptação operacional.
Sistemas de gestão, emissão de notas fiscais, integração bancária e processos internos precisarão funcionar de forma muito mais conectada.
Erros cadastrais, falhas de integração ou inconsistências fiscais podem afetar diretamente o aproveitamento de créditos e o controle do caixa.
Por isso, muitas empresas já começaram a revisar processos internos e estruturas financeiras antes mesmo da implementação completa do novo sistema.
Como se preparar desde agora
A adaptação passa por alguns pontos importantes:
- Revisão do fluxo de caixa;
- Atualização de sistemas e ERPs;
- Reorganização financeira;
- Revisão de contratos;
- Planejamento tributário;
- Maior integração entre financeiro, fiscal e contabilidade.
Quanto antes esse processo começar, menor tende a ser o impacto operacional durante a transição da reforma.
Conclusão
O split payment representa uma mudança estrutural na forma como os tributos serão recolhidos no Brasil. Embora o modelo prometa mais eficiência e segurança fiscal, ele também reduz a flexibilidade do caixa das empresas e exige uma nova lógica de gestão financeira. A bwise apoia empresas de todos os portes no processo de adaptação à Reforma Tributária, oferecendo suporte contábil, fiscal e estratégico para uma transição mais segura, organizada e alinhada às novas exigências do mercado!


A Reforma Tributária já começou a produzir efeitos práticos nas empresas e um dos pontos que mais exige atenção é o fluxo de caixa.
Com a chegada de novos modelos de cobrança e apuração de tributos, muitas empresas terão que rever processos financeiros, contratos e até a forma como organizam entradas e saídas de recursos.
Na prática, a discussão não envolve apenas quanto será pago em impostos, mas também quando esse valor será desembolsado e de que forma é preciso estruturar o fluxo das finanças de um negócio.
Veja alguns dos principais impactos agora mesmo!
1. Pagamento de tributos mais próximo das operações
Com o novo modelo do split payment, o recolhimento dos tributos tende a acontecer de forma mais imediata, aproximando o pagamento fiscal da própria transação de venda de produto ou serviços.
Isso reduz o intervalo que muitas empresas utilizavam para organizar o caixa entre faturamento, recebimento e pagamento de impostos.
Para negócios com margens apertadas, essa mudança pode gerar mais pressão financeira no dia a dia.
2. Maior necessidade de capital de giro
Em operações parceladas ou com recebimento a prazo, o imposto pode ser recolhido antes mesmo da entrada efetiva do dinheiro.
Esse cenário aumenta a necessidade de planejamento financeiro e controle de liquidez.
3. Créditos tributários podem demorar mais para compensar
A reforma amplia a lógica de não cumulatividade, permitindo mais aproveitamento de créditos tributários ao longo da cadeia. Mas isso não significa que o efeito positivo no caixa será imediato.
Dependendo da operação, a empresa pode antecipar pagamentos e só recuperar créditos posteriormente, criando períodos de maior pressão financeira.
4. Custos operacionais e riscos na fase de transição
Até a implementação completa do novo sistema, haverá um período de convivência entre regras antigas e novas que irá vigorar até 2033.
Isso aumenta a complexidade operacional e exige mais atenção com sistemas, documentos fiscais e cadastros.
Nesse cenário, erros de apuração ou inconsistências podem afetar diretamente o caixa da empresa, além de gerar retrabalho e riscos fiscais.
5. Integração entre áreas será ainda mais importante
A Reforma Tributária não afeta apenas as rotinas da área fiscal.
Departamentos financeiro, contabilidade, de TI e logística, além de áreas comerciais, precisarão trabalhar de forma mais integrada para evitar falhas que impactem pagamentos, créditos e previsibilidade financeira.
Empresas que conseguirem adaptar processos com antecedência tendem a atravessar essa transição com mais segurança.
Como as empresas podem se preparar
Mais do que uma mudança tributária, a reforma exige revisão operacional e financeira.
Mapear impactos, revisar contratos, atualizar sistemas e acompanhar o fluxo de caixa com mais precisão passa a ser parte estratégica da adaptação.
Quanto antes esse movimento começar, menor tende a ser o risco de desorganização financeira no futuro.
Com tudo isso, é possível afirmar que Reforma Tributária traz promessas de simplificação no longo prazo, mas também cria desafios importantes durante sua jornada de transição.
Entender como essas mudanças afetam o caixa da empresa é essencial para manter previsibilidade, competitividade e segurança financeira.
Nesse contexto, a bwise apoia empresas de todos os portes no processo de adaptação à Reforma Tributária, oferecendo suporte contábil, fiscal e estratégico para uma transição mais segura e organizada. Conte conosco e bons negócios!


A Kreston KBW Auditores anunciou a consolidação de suas operações no Brasil sob uma única liderança com a aquisição da Partnership Auditores (empresa que também representava a Kreston Global no Brasil). O movimento faz parte de uma estratégia global de expansão liderada pela Golden Bridge Holding S/A– investidora dessas empresas – para fortalecer ainda mais a atuação da empresa no mercado nacional e internacional.
Na prática, a unificação integra estruturas, equipes e serviços em uma operação mais integrada, com foco em ganho de escala, eficiência operacional e crescimento sustentável, potencializando também a governança da empresa e ampliando a capacidade de atuação da firma no mercado de auditoria, tax, advisory e serviços especializados.
O novo ecossistema passa a contar com cerca de 80 profissionais, sete sócios, mais de 300 clientes ativos e o direcionamento estratégico do conselheiro Sr. Julio Baffini. Com a integração, o faturamento anual da firma alcança a casa de R$ 9 milhões.
Estratégia de expansão internacional
A reorganização acompanha um movimento mais amplo de crescimento da Kreston Global, baseado na combinação entre expansão orgânica e aquisições estratégicas.
Dentro desse contexto, o Brasil passa a ocupar uma posição relevante na estratégia internacional da companhia, funcionando como um hub para novos negócios e integração com mercados como Estados Unidos e América Latina.
Além da ampliação da presença internacional, a expectativa é aumentar a capacidade de atendimento a clientes locais e globais.
A Golden Bridge tem um papel central nessa estratégia, apoiando a integração, a expansão e a geração de novas oportunidades de crescimento para a Kreston.
Integração e ganhos operacionais
Com a consolidação, a empresa também passa a operar com maior padronização de processos, integração de metodologias e gestão baseada em indicadores.
A expectativa é que a nova estrutura gere ganhos de produtividade e eficiência operacional, além de ampliar oportunidades de cross-selling entre clientes e áreas de atuação. Nesse contexto, a projeção é de crescimento de até 20% nessas iniciativas nos primeiros ciclos após a integração.
Outro objetivo do movimento é fortalecer a competitividade da operação brasileira em um mercado cada vez mais orientado por integração, escala e especialização de negócios.
Nova fase da operação
A consolidação marca um novo momento para a Kreston KBW Auditores no Brasil, combinando crescimento, integração e fortalecimento estratégico.
Com uma estrutura ainda mais robusta e conectada à estratégia da Kreston Global, a empresa amplia sua capacidade de acompanhar a evolução do mercado, inovar, atender demandas mais complexas e criar novas oportunidades de desenvolvimento no Brasil e no exterior!


Se você é MEI, existe uma obrigação que não pode passar despercebida: a entrega da Declaração Anual de Faturamento.
Esse envio é obrigatório mesmo para quem não teve faturamento no ano. E perder o prazo pode gerar multa e outras complicações com o CNPJ.
Qual é o prazo de entrega
A Declaração Anual do MEI (DASN-SIMEI) deve ser enviada até o dia 31 de maio de cada ano.
Nela, o empreendedor informa o total de faturamento bruto do ano anterior e indica se teve ou não empregado no período.
Mesmo que a empresa tenha ficado inativa, a entrega continua sendo exigida.
O que acontece se não entregar no prazo
Quem não envia a declaração dentro do prazo está sujeito a multa, que pode chegar a até 20% do valor dos tributos devidos, além de um valor mínimo.
Além disso, o atraso pode gerar pendências no CNPJ, dificultar a emissão de certidões e até impactar a regularidade do negócio.
Na prática, é um problema simples de evitar, mas que pode trazer dor de cabeça desnecessária.
Como fazer a declaração do MEI
O processo para a entrega da Declaração do MEI é mais simples do que parece e pode ser feito online em poucos minutos. Veja o passo a passo básico:
- Acesse o Portal do Empreendedor ou o sistema da declaração anual;
- Informe o seu CNPJ;
- Selecione o ano-calendário que deseja declarar;
- Preencha o valor total do faturamento bruto do ano anterior;
- Indique se teve funcionário no período;
- Revise as informações e envie a declaração;
- Salve ou imprima o comprovante.
Com esses passos, a obrigação já fica regularizada.
Um ponto de atenção importante
O valor informado deve ser o faturamento bruto total, sem descontar despesas.
Erros nesse preenchimento podem gerar inconsistências com a Receita Federal, então vale conferir com cuidado antes de enviar.
Além disso, manter um controle financeiro ao longo do ano facilita muito esse processo e evita dúvidas na hora de declarar.
Conclusão
A Declaração Anual do MEI é uma obrigação essencial para manter o CNPJ regular.
Cumprir o prazo e preencher corretamente as informações evita multas e garante mais tranquilidade para o negócio.
A bwise contabilidade apoia microempreendedores optantes pelo MEI em toda a gestão fiscal e financeira, desde a organização do faturamento até a entrega correta das obrigações e declaração anual. Com acompanhamento adequado, você evita erros, mantém sua empresa em dia e pode focar no crescimento com mais segurança.


Na hora de declarar o Imposto de Renda, muita gente fica com a mesma dúvida: afinal, o que realmente pode ser deduzido?
As deduções são despesas que podem ser abatidas dos seus rendimentos, reduzindo a base de cálculo do imposto. Na prática, isso significa pagar menos imposto ou até aumentar a sua restituição.
Mas nem tudo pode ser incluído. A Receita Federal estabelece regras claras sobre quais gastos são aceitos.
Confira agora mesmo quais são as despesas dedutíveis do Imposto de Renda e qual a melhor forma de fazer sua declaração dentro do prazo estipulado pela Receita Federal no novo artigo da bwise!
Quais despesas podem ser deduzidas
De forma geral, as principais deduções permitidas são:
- Dependentes: é possível incluir filhos, cônjuge e outros dependentes dentro das regras da Receita, deduzindo o valor de até R$ 2.275,08 por dependente;
- Saúde: gastos com médicos, dentistas, psicólogos, hospitais e planos de saúde;
- Educação: despesas com ensino formal, como escola, faculdade e cursos técnicos;
- Previdência: contribuições à previdência oficial e, em alguns casos, privada;
- Pensão alimentícia: desde que determinada por decisão judicial ou acordo formal;
- Livro-caixa: despesas relacionadas à atividade profissional de autônomos.
Além disso, alguns valores pagos ao longo do ano — como imposto retido na fonte ou carnê-leão — também entram no cálculo e ajudam a reduzir o imposto devido.
O que pouca gente percebe
Nem toda despesa dentro dessas categorias é automaticamente aceita. Cada tipo de dedução tem regras específicas e, em alguns casos, limites.
Por exemplo, despesas com educação têm teto anual por pessoa (R$ 3.561,50), enquanto gastos com saúde, em geral, não têm limite, desde que sejam devidamente comprovados.
Outro ponto importante: todas as despesas precisam ter documentação válida. Sem isso, o risco de cair na malha fina aumenta consideravelmente.
Dedução completa ou simplificada?
Ao fazer a declaração, o contribuinte pode escolher entre dois modelos:
- Deduções legais: onde você informa todas as despesas permitidas;
- Desconto simplificado: um abatimento padrão de 20% sobre a renda tributável, dentro de um limite definido pela Receita.
O próprio sistema da Receita indica qual opção é mais vantajosa. Em muitos casos, quem tem poucas despesas acaba se beneficiando do modelo simplificado.
Como usar as deduções a seu favor
Mais do que preencher a declaração, entender o que pode ser deduzido é uma forma de organizar melhor sua vida financeira.
Manter recibos, acompanhar despesas ao longo do ano e registrar corretamente cada pagamento faz diferença no resultado final e evita problemas com o Fisco.
Conclusão
As deduções do Imposto de Renda são uma oportunidade legítima de pagar menos imposto, desde que utilizadas corretamente.
O desafio está justamente em entender as regras e aplicar cada uma delas sem erros.
A bwise contabilidade apoia você em todo o processo de declaração, identificação de deduções e planejamento tributário.
Com acompanhamento especializado, você reduz riscos, evita inconsistências e aproveita ao máximo os benefícios previstos em lei para diminuir custos com seu Imposto de Renda!


A Kreston inicia um novo ciclo no Brasil com a consolidação de suas operações sob uma liderança única. O movimento marca uma etapa estratégica da companhia no país, com foco em fortalecer a governança, integrar estruturas e ampliar a capacidade de atuação em um mercado cada vez mais competitivo.
A nova configuração reúne equipes, portfólio e processos em uma operação mais coesa, voltada para ganho de escala e eficiência. Com isso, a Kreston passa a operar com cerca de 80 profissionais, 7 sócios e um conselheiro, atendendo mais de 300 clientes ativos e com faturamento anual entre R$ 9 milhões e R$ 12 milhões.
Integração como base para crescimento
A consolidação não é um movimento isolado, mas parte de uma estratégia mais ampla da Kreston para fortalecer sua presença no Brasil. Ao integrar operações, a empresa cria uma plataforma mais estruturada, capaz de sustentar crescimento consistente e responder com mais agilidade às demandas do mercado.
Entre os principais benefícios da unificação estão o aumento da capilaridade comercial, o fortalecimento da marca e a ampliação das oportunidades de negócios. A expectativa é de crescimento de 20% em iniciativas de cross-selling já nos primeiros ciclos após a integração.
Além disso, a padronização de processos e a integração de metodologias contribuem para uma operação mais eficiente, com gestão orientada por indicadores e maior produtividade das equipes.
Eficiência operacional e continuidade dos negócios
O processo de integração foi estruturado para garantir a continuidade dos serviços e a manutenção do relacionamento com clientes. A estratégia também prioriza a retenção de talentos e a preservação da cultura organizacional, fatores considerados essenciais para o sucesso da nova fase.
Com uma operação mais integrada, a Kreston ganha maior capacidade de atender projetos mais complexos e clientes de maior porte, ampliando sua relevância no mercado de auditoria, tax, advisory, BPO e serviços especializados.
Um novo posicionamento no mercado brasileiro
A consolidação reposiciona a Kreston como uma plataforma mais robusta no Brasil, alinhada às diretrizes globais da rede. O movimento acompanha uma tendência internacional de fortalecimento das firmas-membro por meio de integração, escala e eficiência operacional.
Para os próximos anos, a estratégia combina o foco na expansão geográfica, fortalecimento do portfólio de serviços e a identificação de novas oportunidades de consolidação no mercado.
Esse avanço ocorre sem perder de vista os pilares que sustentam a atuação da empresa: proximidade com o cliente, qualidade técnica e confiança nas relações.
Uma rede global em expansão
Parte de uma rede presente em mais de 120 países e com cerca de 25 mil profissionais, a Kreston segue ampliando sua atuação global e fortalecendo suas operações locais. A consolidação no Brasil reflete esse movimento e reforça o compromisso da organização com crescimento estruturado e de longo prazo.
A nova fase marca não apenas uma reorganização interna, mas um passo estratégico para ampliar a competitividade e a capacidade de entrega da Kreston no país, acompanhando a evolução das demandas do mercado e abrindo espaço para novas oportunidades!


A Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS) é uma obrigação anual das empresas optantes pelo Simples Nacional e deve ser entregue até o dia 31 de março, com base nas informações do ano anterior. Quando esse prazo é perdido, é natural surgirem dúvidas sobre penalidades e próximos passos.
A principal orientação, nesse caso, é direta: regularize a situação o quanto antes. A entrega da DEFIS continua sendo obrigatória, mesmo após o vencimento, e é fundamental para manter a empresa em conformidade fiscal.
Perdi o prazo da DEFIS. O que fazer agora?
Se você perdeu o prazo, o primeiro passo é acessar o Portal do Simples Nacional e realizar a transmissão da declaração o quanto antes.
A entrega pode ser feita com certificado digital ou código de acesso. Mesmo fora do prazo, não há bloqueio para o envio. E quanto mais rápido isso for feito, menores serão os impactos para a empresa.
A regularização por meio da entrega da DEFIS é essencial para:
- Evitar o desenquadramento do Simples Nacional;
- Liberar o acesso ao sistema PGDAS-D;
- Permitir a continuidade da apuração e pagamento dos tributos.
Há multa pelo atraso?
Sim. O atraso na entrega da DEFIS passou a gerar penalidades a partir deste ano.
A multa é de 2% ao mês-calendário ou fração, calculada sobre o valor dos tributos informados na declaração.
Existe ainda um valor mínimo de R$ 200,00, mesmo para empresas sem movimentação.
Esse ponto merece atenção, pois o custo do atraso pode crescer rapidamente, especialmente se a regularização demorar.
Empresas inativas também precisam entregar?
Sim. Mesmo que a empresa não tenha tido faturamento ou movimentação ao longo do ano, a entrega da DEFIS continua sendo obrigatória.
Nesses casos, a declaração será preenchida com informações de inatividade, mas o não envio pode gerar multa e outras complicações fiscais.
A regularização resolve o problema?
Sim. A boa notícia é que a situação pode ser normalizada com a simples transmissão da DEFIS.
Após o envio, a empresa volta a ficar regular perante o Fisco, o sistema PGDAS-D é liberado e a emissão das guias de pagamento (DAS) pode ser retomada normalmente. Por isso, agir com rapidez é fundamental para evitar efeitos acumulados.
Organização fiscal é essencial
Perder o prazo da DEFIS é mais comum do que parece, especialmente em empresas que não possuem uma rotina estruturada de acompanhamento de obrigações fiscais. No entanto, esse tipo de falha pode ser evitada com organização e acompanhamento contínuo.
Manter um calendário fiscal atualizado, acompanhar notificações e contar com apoio contábil são práticas que ajudam a reduzir riscos e garantir a regularidade da empresa ao longo do ano.
A bwise contabilidade apoia empresas do Simples na gestão completa de suas obrigações fiscais, incluindo a DEFIS. garantindo o envio correto de declarações, organização financeira e acompanhamento estratégico. Conte com nosso apoio!


A Receita Federal notificou recentemente milhares de microempreendedores individuais (MEI) com o chamado Termo de Exclusão do Simples Nacional.
Ao todo, mais de 400 mil MEIs foram incluídos nesta ação por conta de pendências fiscais, principalmente débitos em aberto.
Receber esse comunicado pode gerar preocupação, mas é importante entender: a exclusão não é imediata.
O documento funciona como um alerta e, ao mesmo tempo, uma oportunidade para regularizar a situação e continuar no regime simplificado.
O que é o Termo de Exclusão do MEI
O Termo de Exclusão é uma notificação enviada pela Receita Federal informando que o MEI possui dívidas ou irregularidades que podem levar à sua saída do Simples Nacional.
Esse aviso é disponibilizado no Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN) ou no portal e-CAC, e vem acompanhado de um relatório detalhando as pendências do contribuinte.
Na prática, trata-se de um aviso prévio: o empreendedor ainda tem prazo para agir antes que a exclusão seja efetivada.
Qual é o prazo para regularizar
Após a ciência do Termo de Exclusão, o MEI tem até 90 dias para resolver as pendências indicadas.
Esse prazo começa a contar a partir da leitura do documento.
Se todas as dívidas forem quitadas ou parceladas dentro desse período, o termo perde o efeito e o MEI permanece no Simples Nacional normalmente, sem necessidade de novos procedimentos.
O que acontece se não regularizar
Caso o microempreendedor não tome nenhuma providência dentro do prazo, a exclusão será efetivada. Isso significa:
- Saída do Simples Nacional;
- Desenquadramento automático do MEI;
- Mudança para outro regime tributário, geralmente mais complexo e oneroso.
Além disso, a exclusão passa a valer a partir do ano seguinte, o que pode gerar impactos financeiros relevantes e exigir uma reorganização completa da empresa.
Como regularizar a situação
A regularização é mais simples do que parece e pode ser feita totalmente online. Os principais caminhos são:
- Quitar os débitos à vista, gerando as guias no portal oficial;
- Parcelar as dívidas, o que permite manter o fluxo de caixa equilibrado;
- Conferir possíveis erros nas pendências e, se necessário, apresentar contestação.
Caso o MEI discorde da cobrança, também é possível entrar com um pedido de contestação em até 20 dias úteis após a ciência do termo.
O mais importante é não ignorar a notificação. Quanto antes a situação for analisada, maiores são as chances de manter o enquadramento sem complicações.
Como evitar novos problemas
A melhor forma de evitar o Termo de Exclusão é manter uma rotina financeira e fiscal organizada. Isso inclui:
- Pagar o DAS mensalmente em dia;
- Acompanhar regularmente o DTE-SN;
- Controlar o fluxo de caixa do negócio;
- Monitorar eventuais débitos ou pendências com a Receita.
Mesmo sendo um regime simplificado, o MEI exige disciplina mínima na gestão para evitar problemas futuros.
Conclusão
Receber um Termo de Exclusão pode ser um sinal de que a gestão financeira e fiscal precisa de mais atenção. Nesse momento, contar com orientação especializada pode evitar erros e garantir uma regularização mais rápida e segura.
A bwise contabilidade apoia microempreendedores na organização financeira, regularização de pendências e gestão completa do negócio. Com acompanhamento adequado, é possível manter sua empresa em dia, evitar riscos fiscais e focar no crescimento com mais tranquilidade.


O regime de Lucro Presumido é uma das opções mais utilizadas por empresas no Brasil, especialmente por negócios de médio porte que buscam uma forma mais simples de apuração de impostos.
Nesse modelo, a base de cálculo dos tributos não é o lucro real da empresa, mas sim um percentual previamente definido pela legislação sobre o faturamento.
Mas o que acontece quando esse percentual de presunção aumenta em 10%? N
Na prática, essa mudança impacta diretamente o valor dos impostos pagos e exige atenção das empresas para reavaliar sua estrutura tributária.
Como funciona o Lucro Presumido
No Lucro Presumido, o governo estabelece uma margem de lucro “presumida” sobre a receita bruta da empresa. Esse percentual varia conforme a atividade:
- 8% para atividades comerciais e industriais;
- 32% para prestação de serviços.
Sobre essa base presumida, são calculados tributos como IRPJ e CSLL. Além disso, a empresa também recolhe PIS e COFINS sobre o faturamento, geralmente no regime cumulativo.
O que significa um aumento de 10% na presunção
Quando se fala em aumento de 10% no percentual de presunção, estamos nos referindo a um acréscimo sobre a base já estabelecida.
Isso eleva automaticamente a base de cálculo dos tributos, independentemente de a empresa ter aumentado ou não seu lucro real.
Na prática, isso significa:
- Maior base tributável: o valor sobre o qual incidem IRPJ e CSLL aumenta;
- Aumento direto da carga tributária: mesmo com faturamento igual, o imposto pago tende a ser maior;
- Redução de margem líquida: como os tributos crescem, o resultado final da empresa pode ser impactado.
Para empresas de serviços, por exemplo, que já operam com percentuais mais elevados de presunção, esse aumento pode representar um impacto significativo no caixa.
Quais empresas são mais afetadas
O impacto varia conforme a atividade e a estrutura financeira do negócio.
Empresas com margens de lucro mais apertadas tendem a sentir mais o efeito, já que passam a pagar impostos sobre uma base ainda mais distante da sua realidade.
Negócios que já operam próximos ao limite de rentabilidade também podem precisar revisar preços, contratos ou até considerar a migração para outro regime tributário, como o Lucro Real, dependendo do caso.
O que fazer diante dessa mudança
Diante de um aumento no percentual de presunção, o primeiro passo é entender como isso afeta a operação da empresa. Algumas ações importantes incluem:
- Revisar a formação de preços para garantir que a carga tributária esteja corretamente considerada;
- Avaliar a margem de lucro e o impacto no resultado líquido;
- Reanalisar o regime tributário mais adequado para a empresa;
- Ajustar o planejamento financeiro para absorver possíveis aumentos de custo.
Esse tipo de mudança reforça a importância de uma gestão tributária ativa, que acompanhe o cenário regulatório e antecipe impactos no negócio.
Conte com apoio especializado
O Lucro Presumido continua sendo uma alternativa vantajosa para muitas empresas, mas exige acompanhamento constante para garantir que a carga tributária esteja adequada à realidade do negócio.
A bwise contabilidade atende empresas enquadradas no Lucro Presumido, oferecendo suporte completo na apuração de tributos, planejamento tributário e análise de cenários. Com o apoio de especialistas, sua empresa pode se adaptar às mudanças com mais segurança e tomar decisões mais estratégicas para sustentar o crescimento no longo prazo. Conte conosco!
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